domingo, 28 de fevereiro de 2010

Why We Kiss: The Science of Sex


Pecking, smooching, Frenching, and playing tonsil-hockey—there are as many names for kissing as there are ways to do it. Whether we use it as an informal greeting or an intensely romantic gesture, kissing is one of those ingrained human behaviors that seems to defy explanation. Its many purposes—a blow and peck for good luck on dice, lips to ground after a rocky boat ride, kisses in the air to an acquaintance, and the long slow smooches of Hollywood—have different meanings yet are similar in nature. So why is it that we love to pucker up?
A Kiss Isn’t Just a Kiss
Philematologists, the scientists who study kissing, aren’t exactly sure why humans started locking lips in the first place. The most likely theory is that it stems from primate mothers passing along chewed food to their toothless babies. The lip-to-lip contact may have been passed on through evolution, not only as a necessary means of survival, but also as a general way to promote social bonding and as an expression of love.
But something’s obviously happened to kissing since the time of the chewed-food pass. Now, it’s believed that kissing helps transfer critical information, rather than just meat bits. The kissing we associate with romantic courtship may help us to choose a good mate, send chemical signals, and foster long-term relationships. All of this is important in evolution’s ultimate goal—successful procreation.
Kissing allows us to get close enough to a mate to assess essential characteristics about them, none of which we’re consciously processing. Part of this information exchange is most likely facilitated by pheromones, chemical signals that are passed between animals to help send messages. We know that animals use pheromones to alert their peers of things like mating, food sources, and danger, and researchers hypothesize that pheromones can play a role in human behavior as well. Although the vomeronasal organs, which are responsible for pheromone detection and brain function in animals, are thought to be vestigial and inactive in humans, research indicates we do communicate with chemicals.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

iPhone ganha aplicativo que ajuda a identificar parceiros honestos

iPhone ganha aplicativo que ajuda a identificar parceiros honestos
Qua, 23 Set - 20h13
A empresa Intelius, especializada em recolhimento de dados para pessoas ou empresas, lançou um aplicativo para o iPhone, da Apple, que ajuda pessoas desconfiadas ou decepcionadas com seus relacionamentos amorosos a saberem tudo sobre seus futuros parceiros.

O "DateCheck", apresentado na terça-feira no Salão DEMO da Califórnia, oeste dos Estados Unidos, permite que o usuário, com um apelido ou número de telefone, pesquise na gigantesca base de dados da Intelius se seu pretendente esqueceu de mencionar um passado criminoso ou seu verdadeiro estado civil, por exemplo.

A busca é gratuita, mas as análises mais profundas sobre determinadas pessoas podem custar até 40 dólares.

"O DateCheck é mais severo com meus pretendentes do que meu próprio pai costumava ser", contou uma das responsáveis da Intelius, Katherine Herman, ao apresentar o aplicativo.

O programa informa sobre casos de violência sexual, prisões ligadas a drogas ou condenações por dirigir em estado de embriaguez, segundo a imprensa.

Mas também pode revelar, através de um endereço, se uma pessoa vive sozinha ou verificar o tamanho e o preço de sua casa.

O DateCheck investiga também as principais redes sociais da internet, como Facebook, MySpace e Flickr, e fornece um resumo do que a pessoa observada faz.

O aplicativo estará disponível nos próximos dias na loja virtual da Apple. Depois, deve ser adaptado e vendido para outros modelos de smartphone.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Norway is best place to live.


Norway is best place to live: UN
Mon Oct 5, 8:28 am
PARIS (AFP) – Norway takes the number one spot in the annual United Nations human development index released Monday but China has made the biggest strides in improving the well-being of its citizens.
The index compiled by the UN Development Programme (UNDP) ranks 182 countries based on such criteria as life expectancy, literacy, school enrolment and gross domestic product (GDP) per capita.
Norway, Australia and Iceland took the first three spots while Niger ranks at the very bottom, just below Afghanistan.
China moved up seven places on the list to rank as the 92nd most developed country due to improvements in education as well as income levels and life expectancy.
Colombia and Peru rose five spaces to rank 77th and 78th while France -- which was not part of the top 10 last year -- returns to the upper echelons by moving up three places to number 8.
The UNDP said the index highlights the grave disparities between rich and poor countries.
A child born in Niger can expect to live to just over 50, which is 30 years less than a child born in Norway. For every dollar a person earns in Niger, 85 dollars are earned in Norway.
This year's index was based on data from 2007 and does not take into account the impact of the global economic crisis.
"Many countries have experienced setbacks over recent decades, in the face of economic downturns, conflict-related crises and the HIV and AIDS epidemic," said the UN development report's author Jeni Klugman.
"And this was even before the impact of the current global financial crisis was felt."
Afghanistan, which returns to the list for the first time since 1996, is the only Asian country among the bottom ten which also include Sierra Leone in the 180th spot, just below the Central African Republic.
The top ten countries listed on the index are: Norway, Australia, Iceland, Canada, Ireland, the Netherlands, Sweden, France, Switzerland and Japan. The United States ranks 13th, down one spot from last year.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Bilíngues têm maior tendência a esquecer palavras que estão "na ponta da língua"

Quase todo mundo já passou pela situação de querer dizer uma palavra que está "na ponta da língua", mas não conseguir se lembrar dela --a impressão é que elas "somem" e só reaparecem segundos ou minutos depois. Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Wellesley, em Massachusetts, nos Estados Unidos, as pessoas que falam duas línguas têm maior tendência a sofrer com o problema.
Uma possível explicação para isso é que palavras com sonoridade similar tendem a "competir" pela atenção do nosso cérebro. Já que os bilíngues conhecem um volume de palavras muito maior, há maiores chances de isso ocorrer com eles, na comparação com as pessoas que conhecem apenas uma língua.
"Geralmente quando você tem um problema com palavras 'na ponta da língua', palavras com sonoridade similar vêm à mente", afirma Jennie Pyers, psicóloga da universidade. "Há uma percepção de que você sabe a primeira letra, de que sabe quantas sílabas a palavra tem."
Para os pesquisadores, isso pode ocorrer quando o cérebro tenta "resgatar" uma palavra pouco usada. "É muito mais fácil lembrar de uma palavra como 'faca' do que 'guilhotina", diz Pyers.
A equipe da pesquisadora comparou 11 pessoas que falam espanhol e inglês com 22 pessoas que conseguem se comunicar em inglês e por meio de linguagem de sinais --já que a segunda "língua" dessas pessoas não faz uso de som, não há chance os sons delas competirem.
Os pesquisadores mostraram aos bilíngues, assim como a um grupo de controle de 22 pessoas que falam só inglês, fotos de dezenas de objetos diferentes e pediram que os voluntários dissessem os nomes em até 30 segundos. Apenas uma das pessoas não teve a experiência da "palavra na ponta da língua".
As pessoas que falam apenas uma língua experimentaram o fenômeno em sete dos 52 objetos. Para os bilíngues, esse número foi de 12. Foram contabilizados apenas os casos em que o voluntário conhecia aquela palavra.
Os números para pessoas que falavam inglês e espanhol e inglês e linguagem de sinais foram similares. O problema atingiu até mesmo a autora do estudo: durante a entrevista, ela não conseguia lembrar o nome de um colega. "Eu consigo imaginar o rosto desse cara na minha cabeça", disse.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Como se traduz "Égua!" para o inglês?


A expressão tipicamente paraense "Égua" é muito utilizada, apesar de que praticamente ninguém sabe a sua origem ou o porquê se fala.

Em minhas aulas, muitos alunos me perguntam: - existe tradução para "égua" e outras expressões paraenses em inglês?

Bem, sabemos que no que se diz respeito a regionalismo não temos uma "tradução perfeita" para nunhum tipo de regionalismo, mas podemos traduzí-los utilizando o recurso de "Equivalência Linguística". Portanto, podemos sim traduzir o nosso querido "égua" para o inglês!

Então vamos lá!

Égua possui muitos usos, mas normalmente é utilizado para designar Espanto, Admiração, Surpresa ou descontentamento.

Então podemos utilizar as seguintes palavras em inglês que possuem o mesmo sentido: Gosh e Wow.

- Égua! Minha fatura do meu cartão de creditos veio $ 1,700.

- Gosh! (wow!) my credit card bill is worth in $ 1,700.

- Já são dez horas?! Égua! Estou atrazado!

- Is it ten O'clock?! Gosh! (wow!) I'm late!

Ou até mesmo em muitos casos podemos traduzir "Égua" por "Oh, My!"

- Égua! Perdi minha carteira com todos meus documentos!

- Oh My! I've lost my wallet with all my documents!


By: Paulo Ridgeford.